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domingo, 13 de outubro de 2013

DEUS


Quem acompanha o noticiário cervejeiro há algum tempo já deve ter ouvido a história de que, um dia, a Deus foi vendida a R$ 10 em uma das lojas paulistanas de uma conhecida rede de supermercados. Muita gente diz ter ouvido essa notícia de fontes confiáveis, alguns até juram ter comprado. Mas, até hoje, o fato tem cara de “lenda urbana” como o fato de gente que garante ter visto a final da Copa de 1950 no Maracanã. Teriam que ser uns 10 estadios para caber tanta gente...
O fato é que, desde que começou a ser vendida no Brasil por meio do Belgian Beer Paradise, há coisa de uma década, a Deus sempre teve status de cerveja de alto custo. Foi, por muito tempo, a mais cara entre as disponíveis no Brasil – batia na casa de R$ 250, mas era possível achar a R$ 200. Hoje, não é mais: seu valor se reduziu para a casa de R$ 140/R$ 150. Mas ainda figura no “top 10″ de valores, o que sempre despertou discussões sobre o quanto ela custava na Bélgica e no Brasil e, até mesmo, se ela “era tudo isso” para custar tanto.
Trata-se de uma belgian strong ale de 11,5% produzida pelo método champenoise. E, de fato, é bem interessante, justamente pela similaridade com o champanhe. Mas não é uma cerveja para o dia a dia (ao menos, não o meu). Tomei-a apenas uma vez na vida, hoje, nao por causa do preço, mas por que não tinha tido aquela vontade de experimentar...  
Continua sendo caro pagar R$ 109,90 pela Deus no Pão de Açucar? Sim, até porque há belas cervejas belgas de 750ml pela metade do preço. Mas é uma cerveja que vale a degustação, Não sei se apenas uma vez na vida, mas vale.

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