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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Cerveja da Estonia


Se a Estônia é um país ape­nas re­cen­te­men­te re­con­he­cido pe­la ONU, su­as tra­dições cer­ve­je­iras re­mon­tam aos tem­pos em que os cza­res rus­sos exer­ci­am seu po­der por to­da a re­gião. Po­is, na­qu­ela épo­ca, um mest­re cer­ve­je­iro en­co­men­dou a um ar­tesão o pro­jeto de uma gar­ra­fa que fos­se bo­nita o bas­tante pa­ra re­ceber su­as criações. Foi um gran­de su­ces­so e a no­va cer­ve­ja, ra­pida­men­te, tor­nou-se uma sen­sação ent­re a nob­re­za rus­sa.

Ho­je, a Estônia vi­ve um no­vo mo­men­to históri­co, as­sim co­mo a indústria cer­ve­je­ira lo­cal. Os ares da li­ber­da­de tro­uxe­ram cri­ati­vida­de a to­das as ati­vida­des; na cer­ve­jaria não foi di­feren­te. Re­toman­do a tra­dição de ofe­recer um pro­duto nob­re em uma em­ba­lagem su­peri­or, a Vi­ru con­qu­istou im­portan­tes prêmi­os e fâs de­vota­dos em to­do o mun­do.

A Vi­ru é uma cer­ve­ja es­ti­lo pil­sen pu­ro mal­te, bas­tante ref­rescan­te, ob­ti­da a par­tir de mal­tes de ce­vada es­to­ni­anos e do lúpu­lo Sa­az. Le­ve, com no­tas de va­nila e to­qu­es ag­radáve­is de amar­gor, pos­sui 5% de gra­duação al­coóli­ca e uma co­loração do­ura­da.

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