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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Viagem ao interior do Pará - I Chimay


Em São Luis, capital do Maranhão, onde ja estive no final de 2010, mas que volto agora, para iniciar uma das viagens mais impressionantes da minha vida, que começa amanhã, na Ferrovia que vai para o interior do Pará cheguei hoje pelo inicio da tarde aqui, meio da tarde RJ.

Ao invés de ir ao Maracangalha ou ao Cabana, restaurantes da moda, optei por almoçar em um que ainda trago na lembrança: O Chico´s.

No início do seculo 21 (2001) eu estive em São Luis, e nesta viagem, além de conhecer os Lençois Maranhenses, onde, na epoca, só se chegava de avião, eu também conheci o Chico´s. E me lembrava vagamente de um restaurante calmo e bem localizado, com ar condicionado decente. A comido, eu me lembrava, era boa e meio exótica.

Pois bem, desci do avião e tomei um taxi para lá. O Taxista foi cordial e atencioso com historias e contos. Soube, por exemplo, que suas digitais são todas iguais, não importa o dedo que se tire (!!) e soube também de suas andanças pelas oficinas do DER nos anos 70 enquanto estava lotado, de direito, no setor de escritórios.

No restaurante ninguem me atendeu à porta, como se esperava, de forma que me dirigi à mesa mais proxima e me sentei (as ocupadas eram poucas). Então aparece um garçon e me mostra a carta de cervejas, até bastante sortida ( Baden Baden, Devassa, Erdinger, Quilmes, Chimay trippel, Corona, Backer, Norteña, Cerpa e as tradicionais). Pedi a Chimay (belga) e o garçon, logo depois voltou para "informar" que a cerveja custava R$39 e portanto queria saber seu eu a queria assim mesmo (!?). Sim respondi. E voltou com a morena super gelada.

A chimay é densa, meio escura e bem gostosa.



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