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sábado, 2 de outubro de 2010

Festival da Cerveja - 5 Baden Baden



Ir a Campos do Jordão e não tomar uma cerveja, ou um chopp, no Baden Baden é como ir a Roma e não ver o Papa.

Neste final de semana, em casa, no Rio, eu fiz mais um festival de cerveja, desta vez com a Baden Baden, já conhecida como uma das melhores cervejarias artesanais do mundo. Comprei 4 tipos diferentes: a 1999, cerveja tipo bitter ale, a de trigo Weiss, a red ale e a Golden.

A primeira a ser sorvida foi a Weiss: suas principais características são, além da presença do malte de trigo na composição, aroma fenólico (cravo) e de ésteres (banana), sabor também de cravo e banana, doce proveniente de malte, pão, e em alguns casos, tutti-frutti. Não se encontra alto amargor nem aroma de lúpulo. As Hefe-weiss, as mais conhecidas, não são filtradas e costumam apresentar turbidez, devido à presença de levedura no liquido. Alta carbonatação, textura cremosa e um leve picante completam as sensações do estilo. Por se tratar de um estilo de origem alemã, ele normalmente segue a Reinheitsgebot (Lei de Pureza Alemã), que só permite malte, lúpulo, água e levedura na composição da cerveja.

A segunda foi a 1999: Inspirada em cervejas inglesas de alta qualidade, tradição e renome, a Baden Baden 1999 tem sabor pouco amargo e seu aroma frutado são marcantes. Sua cor avermelhada também. Produzida a partir de maltes e lúpulos selecionados e da puríssima água das montanhas de Campos do Jordão, esta cerveja utiliza um processo lento e cuidadoso de maturação que garante todo o seu sabor.

A terceira a ser tomada foi a Golden: Esta cerveja diferenciada, encorpada e de sabor levemente adocicado, corpo sensual e aroma frutado lembrando especiarias, é muito apreciada por essa combinação única. A marcante cor ouro vermelho, que deu origem ao seu nome, é resultado das inconfundíveis propriedades dos grãos de malte de cevada especialmente selecionados.

Por ultimo a red ale:: Apesar do nome, trata-se de uma barley wine, cerveja com notável presença de álcool, malte e neste caso, lúpulo. Ou seja, uma cerveja forte, em todos os aspectos. Escolhi o carpaccio para harmonizar com esta cerveja, pois acredito que o prato, apesar de soar leve, traz elementos de sabor destacado, como a carne crua, o molho à base de alcaparras e mostarda e o queijo parmesão, e por isso, precisa de uma cerveja que não suma perante ele.

Ainda faltam encontrar duas delas para testar. Mas o Zona Sul do Recreio não as vende, portanto, fica para a proxima.
Bom final de semana!

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